segunda-feira, 27 de julho de 2015
Uma casa, um lugar... uma família.
Estas paredes que nos cercam e se levantam de encontro ao céu, estas paredes que são testemunhos silenciosos de um desenrolar de vidas que se entrelaçaram, que se ligaram ou até mesmo afastaram.
Estas paredes que nos admiram caladas, que agora vivem na penumbra, apenas de memórias revestidas de um passado que acabou.
O vazio é agora quem a habita, e embora de portas abertas ao mundo ninguém mais a visita.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
As chuva caí la fora, são lágrimas do céu vertidas pela crueldade que paira por este mundo fora.
As gotas que embatem nestas vidraças estalam e deslizam deixando um fino traço, uma corrente de esperança que as segue até ao infinito... não existe fim, a imortalidade foi-lhes concedida nos primórdios do tempo.
Saiu porta fora deixo-me levar por essa corrente que me banha e me afunda, purifico o meu ser com essa imortalidade momentos antes de me devolver à superfície perigosa que me sustenta.
As gotas que embatem nestas vidraças estalam e deslizam deixando um fino traço, uma corrente de esperança que as segue até ao infinito... não existe fim, a imortalidade foi-lhes concedida nos primórdios do tempo.
Saiu porta fora deixo-me levar por essa corrente que me banha e me afunda, purifico o meu ser com essa imortalidade momentos antes de me devolver à superfície perigosa que me sustenta.
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